Que festa boa! É a vida.
Mas já fazia um tempo e nada de bom pra beber.
O que havia bebido antes não era bom.
Fiquei com uma bela taça na mão,Mas vazia.
Até que avistei uma bela garrafa de vinho, que um garçom veio servir.

Adiantei-me com a taça
que em minhas mãos segurava,
Inclinei-a levemente,
Para melhor o vinho receber.
O vinho ao borbulhão nela entrava.
E do jeito que eu a tocava,
a taça, como que agradecida, notas cristalinas soltava.
Peguei entre meus dedos aquele conjunto sem igual:
taça translúcida e bem desenhada
Com vinho bem encorpado, celestial.
Levemente, mexi a taça, levando-a as minhas narinas.
e assim sentindo-lhe o buquê.
Ao encostá-la em meus lábios ficou-me sensação cristalina
do prazer salutar de tão harmonioso vinho degustar.
Que quanto mais eu bebo, vejo, a taça novamente se encher.
E aos borbulhões não canso de me saciar,
Junto com você que sorve de minha taça o mesmo vinho
que ficamos a desfrutar.
(do prazer de iLud, que está a amar.)
Escrito por i Lud às 07h13
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