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A porta está aberta, entre sem bater

A porta sempre esteve aberta.
O medroso a imagina trancada, e nem a toca.
O metido a esperto crê que se estiver destrancada,
após a mesma há uma armadilha.
Os intelectualóides de plantão tende a descobrir
o que nela não existe, e nem após a porta.
Somente os de mente sã, conduzidos pela Luz,
podem atravessá-la como a luz do sOl.
Escrito por i Lud às 21h43
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iMARGEM ABSOLUTA do SOL ABSOLUTO!!!
Você, observando, Coacervando e-lucubrações

Absoluto, luto incodicional, irrestrito, soberano,
Absorvo, sorvo embebendo-me até exaurir,
Absolto, solto e perdoado pela
Absortância da substância,
Absorvida e servida e produzida pelo
Absorvefaciente, paciente iLud produz a
Absorção, sorção da iLUDIR .
Escrito por i Lud às 00h22
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Escrito por i Lud às 19h05
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SAUDAÇÃO AO SOL
O ser humano precisa de rituais, já dizia Jung, quando falava do inconsciente coletivo. O ritual é um costume que se torna hábito e transforma-se em ritual.
Tendo em vista esta necessidade humana a iLUDIR também tem os seus rituais, mas, como uma boa irmandade, estes rituais são especiais; por isso são chamados de pseudo-rituais.
O pseudo-ritual mais comum da iLUDIR é o “SAUDAÇÃO AO SOL”.
A SAUDAÇÃO AO SOL se faz a qualquer hora, em qualquer lugar. Mas, por motivos exceltéricos, quando em um ambiente financeiro deve-se fazê-lo quase ao final do expediente, quando o sol se põe, e em alguma janela onde se possa ver o sol.
Analisaremos em outro artigo os motivos do ritual “SAUDAÇÃO AO SOL”.
Indicações:
O que deve ficar claro quanto a este ritual é que, além dele poder ser feito a qualquer hora, em qualquer lugar, ele pode ser feito por qualquer um e por qualquer irmandade, como tantos outros rituais.
Contra-indicações:
Não se tem notícias de contra-indicações, apenas alertamos para que não haja excesso no tempo do ritual quando realizado em ambiente de trabalho (poderiam chamar a sua atenção).
Procedimento ritualístico:
1) em um dado momento, ao cair da tarde, tente encontrar em seu local de trabalho uma janela onde entre o sol;
2) Chame os colegas que puder, e olhem juntos para o pôr do sol;
3) Digam juntos:
Ooooh, Ooooooh, Oooooh, o sOl!;
4) Repitam a frase três vezes;
5) Ao final riam, mas riam muito, muito mesmo;
6) Voltem a trabalhar como se aceitassem isto como verdade.
Autoria:
O pseudo-ritual SAUDAÇÃO AO SOL é de autoria de iLud e de iRicardo, iniciadores dos procedimentos da i-irmandade.
Escrito por i Lud às 18h38
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O mosquito ainda zumbindo, i Lucubrava
O mosquito estava zumbindo bem pertinho de seu ouvido.
Aquele barulho é de fato irritante.
Olhou para o mosquito e, num movimento rápido,
passou a mão ao ar, bem na direção do mesmo.
Mas o mesmo escapara entre seus dedos.
Repetiu o gesto inúmeras vezes, sempre sem sucesso
Deverá certamente pegar uma prática após inúmeras repetições de um mesmo ato.
Mas um mosquito... pegar um mosquito com a mão, você já tentou?
Tem sucesso sempre?
Ou as probabilidades de pegá-lo são sempre aleatórias como na física quântica?
Muito, muito esquisito:
você gigante não consegue pegar um bichinho.
O mosquito pequenininho, você grandão,
e o bicho lhe escapa da mão.
Controle de tudo:
da casa,
dos filhos,
da empresa,
dos funcionários,
das ações na bolsa,
do mercado futuro,
das oscilações da moeda,
e outras tantas coisas que controla,
domina,
determina,
executa....
labuta.
e o mosquito voa e voa.
...mas o mosquito, ah o mosquito! Este lhe escapa.
Deu-lhe um tapa duplo.
Aquele que é como se fossemos bater palma.
Ficou com mais raiva: o mosquito ainda voava.
Mais uma vez escapara.
Escrito por i Lud às 23h52
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Novamente, o MOSQUITO NOVAMENTE

É...,
acabar com mosquito com uma redinha até que dá.
Mas, mosquitos virtuais? São reais?
O virtual é real? São sinônimos?
Ou não tem nada a ver?
Virtuais ou não,
quantos já não lhe picaram
que você nunca conseguiu pegar?
No quarto um outro mosquito tranqüilo voava,
zombeteando do pensar de i Lud.
Subitamente caiu em si e
viu seu corpo sem cabeça
através da cabeça do mosquito.
- Como pode, como? perguntava:
era o mosquito mais inteligente ?
De um pensar subitâneo veio-lhe a síntese interrogativa:
Qual o grau quantitativo da inter-relação ser humano – mosquito?
Qual o valor qualitativo desta interação?
Energético? Cármico? Quântico? Magnético? Epilético? Cinético?
i Lud diz:
doido é quem me diz
que dá barato tomar licor de aniz.
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Escrito por i Lud às 23h42
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MOSQUITOS DE NOVO, SÓ PARA TERMINAR
Mosquitos de novo?
Como pertubam.
Serão os mosquitos uma raça superior aos reptilianos?
Ou somente Deividi Aiqui (escreve-se David Icke)
tem cabeça de minhoca?
I Lud fecha o portagão.
Poderiam sair muitas, mas muitas minhocas.
E algo em excesso pode dar abscesso.
No caso de deividi aiqui, dá abscesso-sucesso,
pus no surrealismo com venda de livros em excesso.
i Lud também tem minhocas na cabeça.
Quem não as tem?
Como são as coisas:
Da mesma forma que do casulo sai à borboleta,
De uma sala com mosquitos podem sair minhocas.
Basta alimentá-los com
macarrão de cozimento ultra-rápido: o minojo.
Que são bits de entojo que as fazem entrar no jogo.

Ih! i Lud! Ih!
O ministério da saúde adverte:
Ih-lucubrar causa falta de ar.
Do ar de maresia
que saía das marinas, nas narinas das meninas.
Escrito por i Lud às 23h27
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PRA COMEÇAR: COMENTE
comente como ente, mas não somente.
só mente, mas estou contente.
a mente me entretia
o que de i lud entendia:
entre textos entrevia
o comente que queria.
de noite de dia,
entreteve e deveria:
em cada entretexto
entre teve e não entrou.
já sá, sapecou
o que sapeca ria.
sapeca quem não peca
do comente que esquecia.
veja quem não via:
todo texto decente,
pingente ou demente
no final tem [ (o) Comente ]
depois de Escrito por i Lud às (hora)
Escrito por i Lud às 23h24
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De i Lud para mim: ocas

E das marinas de i Lud, saíam narinas meninas,
deixando escapar minhocas.
As mesmas vistas em samorost
(vide: http://analogik.org/games.php?i=samorost)
Só que muitas minhocas.
E como os mosquitos
i Lud tentava apanhá-las.
Sem sucesso, pois muitas escapavam.
As que ficavam em minhas mãos
i Lud as processava.
As processava num sentido inequívoco,
extremamente físico,
de dar continuidade
a uma seqüência de estados de um sistema
que se transforma; em evolução [vide o Aurélio].
i Lud as amassava, e amassava, e amassava.
Quando pasta estavam, as deglutia.
O processo interno agora em mim se fazia.
Utopia? Não, e-lucubria.
Minhocas a tudo cobria.
Mais e mais da mente saía.
Já estão em toda parte.
Começam a sair da tela.
Da tela de seu computador,
passando pelo seu provedor,
sem fazer dor, estão chegando, chegando...
quimera!
Escrito por i Lud às 23h20
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FRUTADA NÃO É SALADA
Mas nada como o tempo e as coisas são apagadas.
Será que são?
Ou tenta-se esquecê-las?
O tempo passa e nós com ele ficamos passados.
O tempo passa,
uva-passa,
banana-maçã,
Por que não nectarina?
Escrito por i Lud às 23h10
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Parece,
i Lud espairece
Mas não é assim na vida?
Quantas e quantas coisas nos escapam pelas mãos?
Às vezes pequenas, outras não.
A verdade, a meditação, conduz a racionalização,
levando-nos a revelação:
Cansa-nos a elucubração.
Resolveu sair, ir para a rua, desanuviar.
Levou sua cabeça.
Enquanto espairecia o céu de nuvem enchia.
A mente desanuviava.
Do céu chuviscava.
Como se pudesse chuviscar de algum outro lugar. (ou pode?)
Não importa, chuviscava... como diz o texto abaixo:
Escrito por i Lud às 23h08
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Ajude um i-lucubrado
i Lud não estava e-lucubrando como de costume,
estava um pouco.... digamos, aditivado.
Não tanto que perdia a razão.
Se bem que, muitos que não a perdem,
já a perderam não sabem nem quando.
São os sem-cabeça.
Muitos estão com elas, mas não as têm.
Não têm nem o seu corpo, pois o aditivo é excessivo
- são os chamados "mamados" -
O que fazer?
É muita e-lucubração, é i-lucubração.
Só nos resta dar a nossa contribuição para os
sem-cabeça-e-praticamente-sem-corpo.
Vá no site abaixo:
www.wagenschenke.ch/HomeRun.swf
e ajude aquele deslucubrado. Como?
tente, com o mouse, levá-lo em linha reta.
Mas lembre-se: toda reta é uma curva.
Escrito por i Lud às 23h04
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...........:::::::::!!!!!!!!!!!!!!!!
Chuviscava,
como se alguma vez i Lud tivesse ido a Europa.
Vejam: aqui, no mínimo, uma frase foi atropelada.
E, simplesmente, da cena retirada.
Na verdade ela foi deletada.
Por que deletada?
Por quem delatada?
Sentiu-se in lata.
Quando a frase atropelada.
Frustra, mas não i Lud.
ver uma frase frustrada
só porque frutada.
Escrito por i Lud às 21h13
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